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Como lidar com algo que você não apoia

Não estou falando de crime, atos ilegais, nem nada que prejudique a integridade física/moral das pessoas - nesses casos,  PROCURE AJUDA (polícia, auxílio médico/psiquiátrico, amigos, familiares) . Mas se alguém que você ama... vai casar com alguém que você acha "nada a ver". vai se separar da pessoa que é o par perfeito pra ela. vai aceitar um emprego que é muito inferior à capacidade dela. vai largar o trabalho dos sonhos de todo mundo. vai se mudar para um país onde não conhece ninguém. vai voltar para a cidadezinha natal de 1000 habitantes. [coloque aqui o que você não apoia] então este texto é para você. First things first , pense porque você acha aquilo um absurdo. Será que isso não é fruto apenas de diferenças individuais? Para algumas pessoas o básico é comida e água, para outras é file mignon e vinho Merlot. Sim, eu sei que você tem certeza do que pensa e que está sendo lógico e racional. Mas o seu amigo também pode dizer exatamente o mesmo. E Herbert...
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Como fazer algo que as pessoas ao seu redor não apoiam?

Não estou falando de crime, atos ilegais, nem nada que prejudique sua integridade física/moral ou a de outros - nesses casos, NÃO FAÇA . Mas se é algo como "fazer faculdade X em vez de Y", "se separar de Fulano e casar com Cicrano", "mudar para cidade A depois de anos morando em Z"... ...pese os prós e contras. Pense no que tem a perder e no que tem a ganhar. Se prepare para a batalha: você vai ser tema de conversa por algum tempo. E então... VÁ LÁ E FAÇA. As pessoas vão falar sobre o que você fez. Que você não devia ter feito. Que elas jamais fariam aquilo e não conseguem entender porque você faria aquilo. Que havia muitas outras opções melhores. Elas vão dedicar tempo e energia para deixar absolutamente evidentes todas as razões pelas quais aquilo é um erro. Fique firme. Às vezes, fique inacessível. Continue fazendo. Continue fazendo. Continue fazendo. Algum tempo depois, as pessoas vão aceitar o que você fez/está fazendo como um fato....

Carta de apresentação - alguns links úteis

O ano mal começou e eu já posso dizer que fiz algo inédito: escrevi a minha primeira carta de apresentação. Explico: todas as oportunidades de trabalho que tive vieram por meio de concurso ou de entrevista presencial, então nunca tive necessidade de escrever uma carta me apresentando para alguém. E nerd que sou, fiz o que é meu hábito quando me deparo com uma tarefa nova: leio o máximo que posso a respeito, tentando identificar modelos para me inspirar e, em especial, dicas sobre o que NÃO fazer. Abaixo tem lista do que encontrei de mais útil nessa busca: Qual o propósito de uma carta de apresentação? https://www.themuse.com/advice/this-is-what-it-means-to-write-a-cover-letter-for-your-resume Visões sobre a carta ideal: https://hbr.org/2014/02/how-to-write-a-cover-letter https://hbr.org/2009/06/the-best-cover-letter https://www.forbes.com/sites/dailymuse/2016/11/10/ive-read-over-300-cover-letters-and-this-is-how-i-decide-if-its-good-or-bad-within-3-minutes/#380863227876 ...

Quem mais quer o que você quer?

As pessoas são diferentes. Elas podem ter estudado na mesma escola, podem ser parentes, podem ser parecidas fisicamente, podem trabalhar na mesma empresa por anos, podem ser melhores amigas. Mas continuam sendo diferentes. Inspirada por este texto, de Darius Foroux , fiquei pensando no que eu quero...e comparando com o que sei a respeito dos desejos das pessoas com quem convivo. Porque é mais fácil alcançar o que desejamos quando as pessoas ao redor da gente querem coisas semelhantes. É como na escola: estudar fica mais fácil se os seus amigos também querem estudar. E se as pessoas ao redor querem coisas diferentes, isso significa que devo me afastar delas? É claaaaro que não. A vida e o vínculos vão muito além de nossos objetivos. Mas se ninguém (ou quase ninguém) tem objetivos parecidos com os seus, talvez seja bom incluir mais gente no círculo, seja por meio de novas amizades, novos livros, novos Youtubers para seguir... Há um tempo atrás encontrei um artigo incrível: "B...

Esqueça as metas: pense em temas

Sempre fui a pessoa das metas. Tenho arquivos txt de 2009 já indicando que eu queria fazer mestrado (só comecei em 2015), morar sozinha (realizado em 2013) e virar analista de banco de dados (não quero mais). Não há nada de errado com as metas. O problema é que se apegar demais a ela não traz exatamente felicidade. Talvez esteja mais próxima de trazer ansiedade. E aí o texto do Niklas Goke , inspirado por várias pessoas, sugere que em vez de pensar em metas, é mais interessante pensar em temas. P. ex: no lugar de "correr 5km", focar em "me exercitar regularmente" (ou até em algo mais amplo, como "cuidar da saúde"). Com isso, a tendência é que a gente pense no processo, não apenas a linha de chegada. A linha de chegada ("conseguir correr 5km") se torna uma consequência da ideia de se exercitar com regularidade, não o objetivo final. Pensar no processo nos ajuda a focar no presente...assim, a tendência é que a ansiedade diminua e a felicidade e...