Sempre fui a pessoa das metas. Tenho arquivos txt de 2009 já indicando que eu queria fazer mestrado (só comecei em 2015), morar sozinha (realizado em 2013) e virar analista de banco de dados (não quero mais).
Não há nada de errado com as metas. O problema é que se apegar demais a ela não traz exatamente felicidade. Talvez esteja mais próxima de trazer ansiedade.
E aí o texto do Niklas Goke, inspirado por várias pessoas, sugere que em vez de pensar em metas, é mais interessante pensar em temas. P. ex: no lugar de "correr 5km", focar em "me exercitar regularmente" (ou até em algo mais amplo, como "cuidar da saúde"). Com isso, a tendência é que a gente pense no processo, não apenas a linha de chegada. A linha de chegada ("conseguir correr 5km") se torna uma consequência da ideia de se exercitar com regularidade, não o objetivo final. Pensar no processo nos ajuda a focar no presente...assim, a tendência é que a ansiedade diminua e a felicidade esteja mais perto.
Descobri esse texto quando estava planejando meus próximos passos (coisa de fim de ano). E me sentia bastante frustrada porque, entre outras coisas, a essa altura do campeonato já queria ter proporcionado para meus pais uma vida bem mais confortável. Ao pensar em temas, no lugar de "reformar casa", "pagar viagem", "contratar plano de saúde" (o que estava me deixando angustiada ao pensar no dinheiro necessário para isso) ficou "ajudar meus pais". E aí, refletindo sobre este tema, percebi o quanto fiz isso ao longo do ano. Veio uma sensação de paz...e uma tranquilidade em relação ao futuro. É claro que continuo querendo fazer todas as coisas que mencionei. Mas a grande tarefa é ajudá-los, da forma que conseguir.
Pensar em temas permite que a gente se sinta feliz com os pequenos progressos e tira muito da pressão de conseguir algo para ontem. Porque grandes feitos (uma carreira bem-sucedida, um círculo de amigos forte, uma família unida, independência financeira, saúde na velhice, etc) são o fruto de uma sequência de pequenas ações.
Texto original: You don't need a goal, you need a theme
Não há nada de errado com as metas. O problema é que se apegar demais a ela não traz exatamente felicidade. Talvez esteja mais próxima de trazer ansiedade.
E aí o texto do Niklas Goke, inspirado por várias pessoas, sugere que em vez de pensar em metas, é mais interessante pensar em temas. P. ex: no lugar de "correr 5km", focar em "me exercitar regularmente" (ou até em algo mais amplo, como "cuidar da saúde"). Com isso, a tendência é que a gente pense no processo, não apenas a linha de chegada. A linha de chegada ("conseguir correr 5km") se torna uma consequência da ideia de se exercitar com regularidade, não o objetivo final. Pensar no processo nos ajuda a focar no presente...assim, a tendência é que a ansiedade diminua e a felicidade esteja mais perto.
Descobri esse texto quando estava planejando meus próximos passos (coisa de fim de ano). E me sentia bastante frustrada porque, entre outras coisas, a essa altura do campeonato já queria ter proporcionado para meus pais uma vida bem mais confortável. Ao pensar em temas, no lugar de "reformar casa", "pagar viagem", "contratar plano de saúde" (o que estava me deixando angustiada ao pensar no dinheiro necessário para isso) ficou "ajudar meus pais". E aí, refletindo sobre este tema, percebi o quanto fiz isso ao longo do ano. Veio uma sensação de paz...e uma tranquilidade em relação ao futuro. É claro que continuo querendo fazer todas as coisas que mencionei. Mas a grande tarefa é ajudá-los, da forma que conseguir.
Pensar em temas permite que a gente se sinta feliz com os pequenos progressos e tira muito da pressão de conseguir algo para ontem. Porque grandes feitos (uma carreira bem-sucedida, um círculo de amigos forte, uma família unida, independência financeira, saúde na velhice, etc) são o fruto de uma sequência de pequenas ações.
Texto original: You don't need a goal, you need a theme
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